Comumente pastores habituam-se a serem pessoas solitárias, por vocação. Conheço muitos pastores que têm amigos de verdade, e, no entanto, têm forte tendência à solidão! A maior parte deles vive se remoendo, enquanto lutam com seus problemas interiores, sem poder encontrar um amigo de confiança com o qual desabafar. Não podem conversar sobre suas dificuldades e conflitos com os membros da igreja; e sequer com os demais obreiros. Desabafam com Deus, enquanto suprimem o coração em lágrimas em seus momentos de solidão. Em um momento rodeado de colegas ministeriais e aplausos, noutro um simples solitário trancafiado em seu quarto de oração.Por outro lado, o líder em evidência se põe perante os demais colegas ministeriais como gente de esfera superior, que não precisa da ajuda de ninguém, como super-homem, intocável, impecável – isto mesmo, no sentido de que nunca peca – inviolável e que sabe superar seus problemas. Perante seus amigos e colegas tem uma imagem colorida de sucesso e poder – mas tais pastores são pessoas ímbeles, débeis, fracas, e esquecem que o poder de viver integralmente a vida cristã reside na dependência de Deus e na força de seus amigos.Pastores são como águias que voam sós e vivem nos céus distantes – acima dos problemas – mas cheios destes. Deveriam agir como águias quando a sós com Deus, e quais ovelhas de um rebanho a viver ao lado dos demais.Eis a razão porque os pastores aprendem a padecer calados. Choram aos pés do Senhor confessando suas faltas. E gostariam de ter um amigo por perto. Mas, desabafar a quem? Arredios e acostumados a serem traídos, inteligentemente se calam. E sofrem.São num todo, uma multidão de guerreiros anônimos que diligentemente entregam-se sem reservas ao reino, voltam suas vidas ao chamamento de Cristo. Há um preço abissal a ser pago pela chamada de Deus. “Quando o apesentar do fardo paira sob os nossos ombros é que compreendemos porque os nossos líderes choravam tanto”
CHAMADO DE PASTOR
Comumente pastores habituam-se a serem pessoas solitárias, por vocação. Conheço muitos pastores que têm amigos de verdade, e, no entanto, têm forte tendência à solidão! A maior parte deles vive se remoendo, enquanto lutam com seus problemas interiores, sem poder encontrar um amigo de confiança com o qual desabafar. Não podem conversar sobre suas dificuldades e conflitos com os membros da igreja; e sequer com os demais obreiros. Desabafam com Deus, enquanto suprimem o coração em lágrimas em seus momentos de solidão. Em um momento rodeado de colegas ministeriais e aplausos, noutro um simples solitário trancafiado em seu quarto de oração.Por outro lado, o líder em evidência se põe perante os demais colegas ministeriais como gente de esfera superior, que não precisa da ajuda de ninguém, como super-homem, intocável, impecável – isto mesmo, no sentido de que nunca peca – inviolável e que sabe superar seus problemas. Perante seus amigos e colegas tem uma imagem colorida de sucesso e poder – mas tais pastores são pessoas ímbeles, débeis, fracas, e esquecem que o poder de viver integralmente a vida cristã reside na dependência de Deus e na força de seus amigos.Pastores são como águias que voam sós e vivem nos céus distantes – acima dos problemas – mas cheios destes. Deveriam agir como águias quando a sós com Deus, e quais ovelhas de um rebanho a viver ao lado dos demais.Eis a razão porque os pastores aprendem a padecer calados. Choram aos pés do Senhor confessando suas faltas. E gostariam de ter um amigo por perto. Mas, desabafar a quem? Arredios e acostumados a serem traídos, inteligentemente se calam. E sofrem.São num todo, uma multidão de guerreiros anônimos que diligentemente entregam-se sem reservas ao reino, voltam suas vidas ao chamamento de Cristo. Há um preço abissal a ser pago pela chamada de Deus. “Quando o apesentar do fardo paira sob os nossos ombros é que compreendemos porque os nossos líderes choravam tanto”
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