O homem chamado Jesus fez um pouco de lama e a colocou nos meus olhos e disse: "Vai e lava-te na piscina de Siloé". Eu fui, me lavei e enxerguei.Alguns fariseus comentavam que Jesus não podia ser homem de Deus, pois tinha, com uma dedada de lama, violado o repouso do sábado. Outros, talvez menos farisaicos, respondiam: "Mas se fosse pecador, como poderia realizar um prodígio deste?" (...) Naquele beco sem saída perguntaram o parecer do curado: Quem pensas que é este homem, que te abriu os olhos? E ele, imediatamente respondeu: Creio que é um profeta. Para eles foi uma péssima resposta; Chamaram os pais: É este o filho de vocês? Nasceu cego? Como é que agora está enxergando? Os dois pobres, amedrontados com aquela corporação de doutores, se defenderam atrás da realidade dos fatos, declinando toda a responsabilidade pessoal: É verdade que ele é nosso filho e que nasceu cego. Mas não sabemos porque está vendo agora nem quem lhe abriu os olhos. Perguntem a ele. Tem idade... então perguntaram ao que era cego: Vamos! Dá glória Deus! Sabemos perfeitamente que este homem que te curou é um pecador. Conta-nos, com franqueza, como se passaram as coisas. O curado respondeu: Se é ou não pecador, não sei. Só sei que antes era cego e que, agora,vejo.
Os fariseus tentaram jogar o cego contra o Sr. Jesus, mas não conseguiram, pois o mesmo além de ser grato pelo milagre que mudou a história da sua vida, tinha a consciência de que se Jesus não fosse de Deus, jamais teria feito o que fez.
Devemos tirar uma grande lição dessa história; todas as vezes que alguém vier e nos falar mal de uma pessoa, não devemos julgá-la pelo que nos falaram a respeito dela e sim pelo seu nível de comprometimento com Deus e pelo seu histórico de vida, pois uma árvore é conhecida pelos frutos.
Pastor Natan Silva
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